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Annie

Uma recém mamã que de repente sentiu uma vontade enorme de contar a sua experiência..

Annie

Uma recém mamã que de repente sentiu uma vontade enorme de contar a sua experiência..

Amamentação #3 - o fim

Este post já esta na minha cabeça, há imenso tempo, mas faltou-me o tempo para o vir aqui escrever.

No final de Julho tive que lidar com a gastroenterite da minha pequenita, e não foi nada fácil! Ver o sofrimento na cara dela a tentar fazer o cocó que já nao tinha, febres altíssimas que não baixavam nem por nada e uma falta de apetite que não é nada normal nela.

"É preciso hidratar" "só água não é suficiente" , dizem os médicos, mas quem diz que ela gosta daqueles soros? Mas a pouco e pouco a coisa lá a foi melhorando (sem soro claro, isso tenho para dar e vender 🤦🏻‍♀️)

Depois de tudo isto, começou o drama para mamar. Umas vezes mamava super bem, outras chorava como se fosse para a forca. Falava com ela e dizia que era "papa boa", umas vezes ia na minha conversa (poucas vezes) mas de resto a gritaria continuava. Chorei bastante quando todo mundo já dormia, várias vezes! 

Cheguei a falar com uma enfermeira com quem fiz a preparação para o parto, que me dizia para ter calma e ir insistindo aos poucos. 

A verdade é que que me faltaram as forças. Não quis passar por todo o drama da amamentação outra vez. Estava a ser esgotante para ela e para mim também, e no fundo, já tinha feito aquilo a que me tinha proposto, dar de mamar até ela ter 1 ano, depois disso seria só até ela querer. Assim foi! Acabou-se a mama (e o meu horário reduzido 

Pastilhas e bocas abertas

Nada me dá mais nojo que ver alguém mascar uma pastilha-elástica de boca aberta.

Ainda no outro dia fui ao centro de saúde pedir a renovação da licença de amamentação e a funcionária estava de pastilha na boca. O ter pastilha na boca não é grave, mas proporcionar a terceiros o fadango que lá vai dento já é, está ao mesmo nível de comer de boca aberta.

Mas pior que isto se ter passado no centro de saúde é quando acontece no colégio da minha filha. E eu penso, será que não se apercebem da mensagem que passam as crianças?

Enfim... 🤦🏻‍♀️ Foi um pequeno desabafo! 

 

Maternidade e leitura #2

A ida à feira do livro este ano despertou novamente a vontade/necessidade de ler.

Há duas semanas aproveitei que estive de férias para começar a ler novamente! E que bem me soube!

Obviamente que as tarefas de ter uma bebé não param e por isso não consegui ler tanto como antigamente. Antes em 2 dias "arrumava" o assunto! 

Não podia ter recomeçado melhor a leitura que com um livro do Carlos Ruiz Zafón, nada mais nada menos que o último livro da saga Sombra do Vento. Infelizmente algumas partes dos outros livros já nao estão tão presentes uma vez que os li há imenso tempo (julgo que em 2015).

Esta semana definitivamente termino o livro (espero eu)! 

Beneficiar no IRS

As despesas mensais com bebés ou crianças (e mesmo sem eles) às vezes parecem intermináveis e a meio do mês de Fevereiro já atingimos o limite máximo das despesas gerais.

As compras que fazia para a minha filha estavam muitas vezes incluidas na lista de compras normais, por exemplo as papas, bolachas,... 

Numa ida à farmácia, descobri que não me estava a ajudar de todo. Como sabemos as facturas das farmácias entram directamente como despesas de saúde sem necessidade de validação no e-facuras. Ora e porque não usar isso a nosso favor? 

Agora compro tudo aquilo que conseguir comprar na farmácia, o restante é que vou as outras lojas. O benefício fiscal é bem melhor. Biberões, chupetas, papas, bolachas,... há toda uma panóplia de bens que as farmácias nos disponibilizam, somos tontos em não apriveitar, certo? 😉

Otites - SOCORRO

Quando fui pela milésima vez às urgências e diagonosticaram pela 5a vez uma otite fui aconselhada a ir a um otorrinolaringologista porque numa criança tao pequena não era normal tanta otite em tão pouco tempo.

A pediatra indicou-me um otorrinolaringologista e lá fui eu mais a cachopa. Receitou umas gotas com cortisona (acho eu) e para fazer uns exames dali a 1 mês e meio. Assim foi, com o timpanograma verificou-se que a pequena tem uma otite serosa crónica! 

Pelo que me explicou o médico, onde no tímpano deveria existir ar, ela tem líquido. E como ainda não pode usar aqueles tubos para arejar o ouvido, vamos tentar controlar com as gotas receitadas.

O "lado bom" é que com o crescimento poderá desaparecer, assim espero! 

Falta de tempo #2

Há tanta coisa que gostava de fazer, mas não consigo, falta-me o tempo!

Mas esta falta de tempo em nada se compara há falta de tempo quando a minha filha não existia. Acho que por isso algumas pessoas não compreendem do que falo.

Os excelentes resultados que tive quando fiz o treino pós parto já não existem... Aquela barriguita está aqui e baixa a minha auto-estima de uma maneira...

Quero contrariar e sentir-me melhor, ir ao ginásio para me sentir melhor comigo, mas tenho lá eu tempo para isso.

Sair do trabalho, ir buscar a filha ao berçário, dar-lhe banho, ver se tenho tudo para o jantar dela e para o almoço seguinte, dar-lhe o jantar e claro brincar com ela, não abdico do tempo de qualidade com ela, que já é tão pouco nos dias de semana. E atenção que ainda tenho a redução de horário, que se será de mim quando voltar às 8horas diárias...

Não consigo não ter inveja de algumas recém mamãs que passado uns mesitos estão todas mega fit! Ahhhhh mas que inveja feia 😓

Não quero mais "brincar" a isto

Sabem aqueles dias em que ainda nem acabaram e nos já estamos completamente Knock Out? Com isto a juntar-se uma birrita ou pura e simplesmente a criança nao quer ir dormir às horas que é suposto e eu só quero dormir e penso "Já não me apetece brincar a isto. Onde se guarda o nenuco?"

Ninguém disse que a maternidade era fácil! Mas depois olho para aquela carinha laroca e o pensamento vai-se embora tão rápido ou mais do que quando entrou.

Este pensamento é de facto horrível e por vezes sinto-me muito mal por tal coisa ter passado na minha cabeça, mas o cansaço parece que fala mais alto às vezes. Serei a única?